RADIO GOSPEL

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Qual a origem da Igreja Católica?



 A Igreja Católica Romana declara que sua origem é a morte, ressurreição e ascensão de Jesus Cristo em aproximadamente 30 d.C. A Igreja Católica proclama a si própria como a Igreja pela qual Jesus Cristo morreu, a Igreja que foi estabelecida e construída pelos Apóstolos. É esta a verdadeira origem da Igreja Católica? Pelo contrário. Mesmo uma leitura superficial no Novo Testamento irá revelar que a Igreja Católica não tem sua origem nos ensinamentos de Jesus, ou de Seus apóstolos. No Novo Testamento, não há menção a respeito do papado, adoração a Maria (ou a imaculada concepção de Maria, a virgindade perpétua de Maria, a ascensão de Maria ou Maria como co-redentora e mediadora), petição por parte dos santos no Céu pelas orações, sucessão apostólica, as ordenanças da igreja funcionando como sacramentos, o batismo de bebês, a confissão de pecados a um sacerdote, o purgatório, as indulgências ou a autoridade igual da tradição da igreja e da Escritura. Portanto, se a origem da Igreja Católica não está nos ensinamentos de Jesus e Seus apóstolos, como registrado no Novo Testamento, qual a verdadeira origem da Igreja Católica?

Pelos primeiros 280 anos da história cristã, o Cristianismo foi banido pelo Império Romano, e os cristãos foram terrivelmente perseguidos. Isto mudou depois da “conversão” do Imperador Romano Constantino. Constantino “legalizou” o Cristianismo pelo Edito de Milão, em 313 d.C. Mais tarde, em 325 d.C., Constantino conclamou o Concílio de Nicéia, em uma tentativa de unificar o Cristianismo. Constantino imaginou o Cristianismo como uma religião que poderia unir o Império Romano, que naquela altura começava a se fragmentar e a se dividir. Mesmo que isto aparente ser um desenvolvimento positivo para a igreja cristã, os resultados foram tudo, menos positivos. Logo Constantino se recusou a abraçar de forma completa a fé cristã, mas continuou com muitos de seus credos pagãos e práticas. Então, a igreja cristã que Constantino promoveu foi uma mistura de verdadeiro Cristianismo e paganismo romano.

Constantino achou que, com o Império Romano sendo tão grande, vasto e diverso, nem todos concordariam em abandonar seus credos religiosos e abraçar o Cristianismo. Então, Constantino permitiu, e mesmo promoveu a “cristianização” de crenças pagãs. Crenças completamente pagãs e totalmente não-bíblicas ganharam nova identidade “cristã”. Seguem-se alguns claros exemplos disso:

(1) O Culto a Ísis, deusa-mãe do Egito e esta religião, foram absorvidas no Cristianismo, substituindo-se Ísis por Maria. Muitos dos títulos que eram usados para Ísis, como “Rainha dos céus”, “Mãe de Deus” e “theotokos” (a que carregou a Deus) foram ligados a Maria. A Maria foi dado um papel exaltado na fé cristã, muito além do que a Bíblia a ela atribui, com o fim de atrair os adoradores de Ísis para uma fé que, de outra forma, não abraçariam. Na verdade, muitos templos a Ísis foram convertidos em templos dedicados a Maria. A primeira indicação clara da Mariologia Católica ocorre nos escritos de Origen, que viveu em Alexandria, Egito, que por acaso era o lugar principal da adoração a Ísis.

(2) O Mitraísmo foi uma religião no Império Romano do 1º ao 5º século d.C. Foi muito popular entre os romanos, em particular entre os soldados romanos, e foi possivelmente a religião de vários imperadores romanos. Mesmo que jamais tenha sido dado ao Mitraísmo um status “oficial” no Império Romano, foi de fato religião oficial até que Constantino e imperadores romanos que o sucederam substituíram o Mitraísmo pelo Cristianismo. Uma das principais características do Mitraísmo era a refeição sacrificial, que envolvia comer a carne e beber o sangue de um touro. Mitras, o deus do Mitraismo, estava “presente” na carne e no sangue do touro, e quando consumido, concedia salvação àqueles que tomavam parte da refeição sacrificial (teofagia, comer o próprio deus). O Mitraísmo também possuía sete “sacramentos”, o que faz com que as semelhanças entre o Mitraísmo e o Catolicismo Romano sejam tão numerosas que não as podemos ignorar. Constantino e seus sucessores encontraram um substituto fácil para a refeição sacrificial do Mitraísmo no conceito da Ceia do Senhor/Comunhão Cristã. Infelizmente, alguns cristãos primitivos já haviam ligado o misticismo à Ceia do Senhor, rejeitando o conceito bíblico de uma simples e adorativa rememoração da morte e sangue derramado de Cristo. A romanização da Ceia do Senhor completou a transição para a consumação sacrificial de Jesus Cristo, agora conhecida como a Missa Católica/Eucaristia.

(3) A maioria dos imperadores romanos (e cidadãos) era henoteísta. Um henoteísta é alguém que crê na existência de muitos deuses, mas dá atenção especial a um deus em particular, ou considera um deus em particular como supremo e acima dos outros deuses. Por exemplo, o deus romano Júpiter era supremo acima do panteão romano de deuses. Os marinheiros romanos eram freqüentemente adoradores de Netuno, o deus dos oceanos. Quando a Igreja Católica absorveu o paganismo romano, ela simplesmente substituiu o panteão de deuses pelos santos. Assim como no panteão romano de deuses havia um deus do amor, um deus da paz, um deus da guerra, um deus da força, um deus da sabedoria, etc, da mesma forma, na Igreja Católica havia um santo “responsável” por cada uma destas coisas, e muitas outras categorias. Assim como muitas cidades romanas tinham um deus específico para ela, também a Igreja Católica providenciou “santos padroeiros” para as cidades.

(4) A supremacia do bispo romano (o papado) foi criada com o apoio de imperadores romanos. Com a cidade de Roma sendo o centro do governo para o Império Romano, e com os imperadores romanos vivendo em Roma, a cidade de Roma alcançou proeminência em todos os aspectos da vida. Constantino e seus sucessores deram apoio ao bispo de Roma como governante supremo da Igreja. Logicamente é o melhor para a unidade do Império Romano que o governo e estado religioso sejam centralizados no mesmo lugar. Mesmo a maioria de outros bispos (e cristãos) resistindo à idéia da supremacia do bispo romano, o bispo romano ascendeu à supremacia, por causa do poder e influência dos imperadores romanos. Quando houve a queda do Império Romano, os papas tomaram para si o título que anteriormente pertencia aos imperadores romanos - Máximo Pontífice.

Muitos outros exemplos poderiam ser dados. Estes quatro devem ser suficientes para demonstrar a verdadeira origem da Igreja Católica. Logicamente a Igreja Católica Romana nega a origem pagã de seus credos e práticas. A Igreja Católica disfarça suas crenças pagãs sob camadas de teologia complicada. A Igreja Católica desculpa e nega sua origem pagã sob a máscara de “tradição da igreja”. Reconhecendo que muitas de suas crenças e práticas são em essência estranhas à Escritura, a Igreja Católica é forçada a negar a autoridade e suficiência da Escritura.

A origem da Igreja Católica é a trágica mistura de Cristianismo com religiões pagãs que o cercavam. Ao invés de proclamar o Evangelho e converter os pagãos, a Igreja Católica “cristianizou” as religiões pagãs e “paganizou” o Cristianismo. Embaçando as diferenças e apagando as distinções, sim, a Igreja Católica se fez atraente às pessoas do Império Romano. O resultado foi que a Igreja Católica se tornou a religião suprema no “mundo romano” por séculos. Contudo, um outro resultado foi a mais dominante forma de apostasia cristã do verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo e da verdadeira proclamação da Palavra.
Fonte: got questions
 2 Timóteo - 4:3 Fonte:arão a sã doutrina; pelo contrário, sentindo coceira nos ouvidos, segundo os seus próprios desejos juntarão mestres para si mesmos. - by Bíblia Comentada por Versículo. - http://bit.ly/2aj6IMh 2002-2017

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O QUE DEUS UNIU. "Venerado entre todos seja o matrimônio e o leito sem mácula" - Hebreus 13.4.

 
O cristão precisa compreender a instrução divina quanto ao casamento e aplicá-la como base à sua vida diária. Entender que querer casar deve ser uma decisão resultante do amor sincero, pois estar casado é entrar no relacionamento mais íntimo que podemos viver aqui na Terra.
O que Deus uniu.

"Venerado entre todos seja o matrimônio e o leito sem mácula" - Hebreus 13.4.

Adão e Eva não tiveram pais e sogros. Assim sendo, todos os recém-casados devem buscar a independência emocional e financeira de seus pais, estabelecer núcleo familiar independente, como se não tivessem pais e sogros também. Trata-se de uma separação paterna no sentido de procurar resolver os problemas entre si e crescer juntos em intimidade e união, não é esquecer-se dos pais e desrespeitá-los.

Apesar de o pecado do ser humano interferir no plano de Deus para o casamento, a Bíblia dá diretrizes para um casamento feliz, estável, tranquilo. Todas as passagens bíblicas sobre o tema enfatizam o valor espiritual do casamento, é ensinado que ele deve ser respeitado, honrado e valorizado. O Senhor sempre quis que tanto o homem quanto a mulher se realizassem juntos, criou um relacionamento de total comunhão em que ambos pudessem viver harmoniosamente, desfrutando o amor e companheirismo mútuos com total intimidade.
Logo no princípio, Deus ordenou que o homem deixasse pai e mãe e unisse à sua mulher, para que ambos fossem "uma só carne." O marido torna-se uma só carne com sua esposa durante o ato conjugal (Efésios 5.31). Tal determinação é a expressão da vontade de Deus para todas as pessoas, ao crente e ao descrente.
O matrimônio é o plano da base familiar em âmbito global. Adão e Eva não escondiam nada entre eles, viviam nus um diante do outro e não se envergonhavam disso. A intimidade sexual é natural no sentido em que o Criador a estabeleceu. Dentro do casamento, a união sexual saudável e prazerosa não acontece apenas por alguns momentos, mas por toda a vida do casal. O sexo foi criado para ser desfrutado com muito prazer e para a procriação do casal no casamento. Deus quer que a humanidade cresça, e através da união legítima entre um homem e uma mulher, multiplique-se. Confira: Gênesis 2.24, 25.
O amor do marido pela esposa.

O casamento deve ser considerado a principal responsabilidade do homem, ele deve lidar com a relação conjugal pela perspectiva equilibrada, evitando tanto a atitude promíscua quanto um ascetismo rígido.

A Bíblia recomenda solenemente: "Vós, maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela." - Efésios 5.25. O verdadeiro padrão do amor do esposo para a esposa é o de Cristo para com a Igreja. Observe o advérbio "como", é um termo que denota modo e sugere comparação. O amor do esposo deve ser tal qual o sublime e corajoso tal qual o amor de Cristo por sua igreja. O marido que não ama a sua esposa desobedece a Palavra de Deus.

O amor do marido pela esposa, ordenado pelas Escrituras, deve ser o mais elevado possível. A Bíblia ensina que o marido deve honrar sua esposa: "Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações." - 1 Pedro 3.7. A insensibilidade do marido faz com que ele perca muito espiritualmente. Infelizmente, nem todos os maridos prestam atenção na necessidade da esposa. Pedro recomenda a eles que expressem amor cuidando dela com respeito, delicadeza e dignidade. Se o marido não consegue manter uma comunicação eficaz com a esposa e filhos sua linha de comunicação com Deus também é interrompida.

O amor de mãe pelos filhos e o marido.

"Quanto às mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias em seu proceder, não caluniadoras, não escravizadas a muito vinho; sejam mestras do bem, a fim de instruírem as jovens recém-casadas a amarem ao marido e aos filhos" - Tito 2.3-4.

Uma placa interessante escrita por mulher: "Meu lar é limpo e organizado para minha família ser saudável, mas às vezes também está bagunçado para que ela seja sempre feliz." Tais dizeres têm sabedoria, porque a esposa e mãe não pode se tornar escrava de seu lar. Uma casa alegre tem seus momentos de brinquedos espalhados pelo chão, instantes da bicicleta atrapalhando uma passagem, o tempo das tarefas escolares de filhos sobre a mesa de jantar. A dona de casa não deve estar disposta apenas às realizações das tarefas domésticas, tem que querer envolver-se e divertir-se com o marido e os filhos em casa e em passeios e ou quaisquer outras atividades em família.

A reverencia da mulher ao marido.

“E a esposa respeite ao marido” - Efésios 5.33 b. A esposa precisa apostar nas características positivas do homem que está ao seu lado como marido. A Bíblia Sagrada não sugere que a esposa seja bajuladora ou minta para o esposo. Pede que concentre atenção e destaque para as outras pessoas os traços positivos que ele possui. O apóstolo Paulo nos ensina a focalizar a atenção naquilo que é verdadeiro, respeitável, justo, amável e de boa fama (Filipenses 4.8). Em obediência ao texto bíblico, a esposa precisa manter sua atenção nos pontos positivos e ressaltá-los diante dos filhos, dos seus familiares e amigos.

O casamento resguarda da prostituição.

“Mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido.” - 1 Coríntios 7.2.

Entre marido e esposa é preciso haver conscientização da importância do amor mútuo e verdadeiro para estabelecer uma família. O casamento cristão tem de ser edificado tendo como base o amor a Deus e ao próximo. Sem amor não há casamento feliz. Os cristãos precisam prezar pela santidade do sexo, estabelecer a pureza em seu coração. Aprender as disciplinas da saudade, da solidão, da confiança e do total compromisso com Cristo – um compromisso que não é guiado pelo sentimento superficial da paixão, mas que preza pela pureza.

As Escrituras contêm firmes admoestações acerca da abstinência do adultério e da fornicação. Paulo fez menção especial aos pecados relacionados ao corpo. Ele claramente afirmou que o corpo do cristão é o seu templo de Deus e pertence ao Senhor (1 Coríntios 3.16; 6.19).

Através do profeta Malaquias, o Senhor repreendeu com dureza os esposos israelitas por serem infiéis à sua mulher (Malaquias 2.13-16). A fidelidade conjugal é indispensável para a estabilidade do casamento. Além de proporcionar segurança espiritual e emocional, coopera ao bom relacionamento conjugal. Sem fidelidade o relacionamento desaba. O laço matrimonial não suporta a infidelidade, o adultério é devastador para o homem e para a mulher (1 Coríntios 6.15-20).

O casal precisa ter união de pensamentos, de sentimentos e de propósitos.

Marido e mulher são iguais nas posses de um para com o outro. O marido deve estar unido à esposa de modo a formar uma unidade, e de igual maneira a mulher ao esposo.

Paulo ensina sobre igualdade e reciprocidade: "O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido” (1 Coríntios 7.3). O verbo "pague' (apodidomi" em grego), significa dar o que está sob obrigação, aquilo que se deve.

“A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher.” - 1 Coríntios 7.4. As palavras "não têm poder" refere-se ao uso de autoridade. No leito conjugal homem e mulher devem estar submissos ao outro. Deve haver entendimento mútuo entre maridos e esposas, pois existe direito legítimo à pessoa do outro, ambos têm o mesmo poder.

O casamento na sociedade pós-moderna.

O casamento não é um contrato com prazo de validade, é uma aliança perene que atende os propósitos divinos, não é de se admirar que venha sendo ridicularizado sistemática e violentamente pela mídia. O modelo que se vê nos filmes, novelas e revistas seculares nem sempre preenche os requisitos das Escrituras Sagradas para o casamento. Confronta o valor do matrimônio por apresentar atitudes negligentes em relação ao sexo, por promover "configurações familiares" sem pureza moral e diferente do que Deus criou. Este modelo é defendido e praticado apenas por pessoas que debocham e desprezam os princípios bíblicos.

A Igreja deve fazer soar a sua voz profética, denunciando tudo que ameaça o casamento monogâmico e heterossexual. Promover o crescimento das crianças, jovens e casais, segundo a orientação da Palavra de Deus, para que a família seja edificada em Cristo.

O sexo e os solteiros.

O sexo antes e fora do casamento é pecado (Êxodo 20.14; 1 Tessalonicenses 4.3).

A virgindade, tanto do rapaz quanto da moça, é sempre importante aos olhos de Deus. A santidade é um requisito básico para a felicidade conjugal, se o namoro ou noivado é marcado por atos e práticas que ofendem a Deus, caminha ao fracasso matrimonial (1 Coríntios 6.18-20). Se você entregou sua virgindade, a mensagem do Evangelho anuncia o novo nascimento, novo começo e nova criação. Busque a santificação (2 Coríntios 5.17; 1 João 1.9).

Os namorados devem vencer a forte tentação da atração física, porque este é o ideal de Deus. A paixão deve ser dominada pelo princípio do amor, não simplesmente um sentimento erótico, romântico ou sexual. Um relacionamento que desconsidera o conceito da castidade está fora da orientação divina A pureza antes do casamento consiste em nos dar pelo e para o outro em obediência a Deus.

Conclusão

Enfim, o casamento é uma instituição criada por Deus e tem o objetivo de ser à base da família e também de toda a sociedade. 1 Coríntios 7 é um tratado a respeito do matrimônio e do relacionamento familiar. O capítulo mostra que o casamento não está e jamais estará ultrapassado. Aborda o relacionamento conjugal entre o marido e sua esposa (versículos 1-6); sobre os solteiros (versículos 8, 9, e25); sobre o casamento cristão e o misto; o casamento e o serviço cristão (12 ao 16; 25 ao 38).

E.A.G.

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Texto compilado com adaptações de:
Bíblia da Família, Jayme e Judith Kemp, 2007, Barueri - SP (SBB).
Bíblia da Mulher, Barueri - SP, 2009 (SBB).
Lições Bíblicas, Elinaldo Renovato, 2013, Rio de Janeiro (CPAD).
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Fonte: Belverede.
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

MUDANÇAS.



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Na vida da gente, existem momentos em que mudamos. Pela vontade de outros, por decisão própria, pela força do curso da vida - que uns chamam de destino e outros, assim como eu, acreditam ser a soberana vontade de Deus.

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Cristãos evangélicos ou não, estamos neste mundo, submetidos às intempéries das quatros estações. Debaixo de sol e chuva, dependentes de luz elétrica e de água mineral fluoretada.

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Como vai sua vida? Bebendo água com flúor ou esperando a transposição do rio São Francisco?  Chove em sua região ou a longa estiagem castiga as narinas com a poeira seca e o sol causticante? Seja qual for a situação, não reclame e nem se curve diante de barreiras. Considere seus problemas como novas oportunidades de ultrapassar barreiras e as dificuldades como chances de vencer.
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A minha vida está nas mãos de Deus. Estou vivendo o verão paulistano, com o calor das manhãs e os temporais da tarde. Raios cortam os céus e trovões ensurdecedores nos faz lembrar o quão pequeninos somos diante da magnitude da natureza.


Em plena Capital do Estado de São Paulo, recebo o incômodo fornecimento de energia elétrica pela AES Eletropaulo, distribuição inconstante ao chover. Apagões, cortes abruptos, idas e vindas rápidas de energia, provocam queimas de aparelhos elétricos. Meu computador, um Windows 7 está nas mãos do técnico com a placa-mãe AMD queimada... É estranho passar por isso na Capital de São Paulo, porque essa situação parece não combinar com uma cidade que é considerada uma das maiores metrópoles do mundo.
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E durante três dias seguidos, a distribuidora de Internet da minha região deixou a desejar, fiquei sem a Rede Mundial de Computadores, sem telefone, e perdi a conexão de HD nos canais de televisão - acho que a entrada HDMI do televisor queimou, ou o modem da operadora de TV a cabo... Depois de muitas ligações pedindo restabelecimento de serviço, um técnico apenas constatou o defeito e se foi... Outro, trocou o aparelho e deixou o novo inoperante "no prazo de seis horas tudo voltará à normalidade", disse.




Você quer ter dias felizes? Jesus Cristo mencionou a chuva e sol, para nos lembrar que o Criador não faz distinção entre justos e injustos, maus e bons, ao fornecer luz e água. Para ser feliz é preciso imitar ao Senhor e também amar indistintamente as pessoas, fazer o bem como Deus faz a todos (Mateus 5.43-45).
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O apóstolo Pedro escreveu: "Porque quem quer amar a vida, e ver os dias bons, refreie a sua língua do mal, e os seus lábios não falem engano. Aparte-se do mal, e faça o bem; busque a paz, e siga-a. Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos, e os seus ouvidos atentos às suas orações; mas o rosto do Senhor é contra os que fazem o mal" - 1 Pedro 3.10-12.
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E.A.G.
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Fonte: Belverede
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domingo, 1 de abril de 2012

RESISTIR ...

Dentre todas as lutas que diariamente enfrentamos, as mais difíceis são aquelas que ocorrem no íntimo, na nossa mente, por meio de tentações.

Significado de Tentação

s.f. Atração por coisa proibida.
Movimento íntimo que incita ao mal: resistir à tentação.
Desejo veemente.

Nós somos provocados a fazer o que a carne quer, sem contudo observarmos a vontade de Deus em dado instante e utilizando-se de uma falsa lógica, satanás nos induz a errarmos convencendo-nos de que a ação pecaminosa irá justificar, pois o propósito é o melhor para nossas vidas.

Jesus foi tentado( Mt4.3 Chegando, então, o tentador, disse-lhe: Se tu és Filho de Deus manda que estas pedras se tornem em pães). Foi-lhe sugerido que tirasse vantagem por ser igual a Deus no propósito de provir uma necessidade emergencial.

Agir independente da vontade de Deus é extremamente perigoso, não consultar a vontade de Deus pode causar danos irreparáveis em nossas vidas.

II Sm 11.14 Pela manhã Davi escreveu uma carta a Joabe, e mandou-lha por mão de Urias.15 Escreveu na carta: Ponde Urias na frente onde for mais renhida a peleja, e retirai-vos dele, para que seja ferido e morra.

27 E, passado o tempo do luto, mandou Davi recolhê-la a sua casa: e ela lhe foi por mulher, e lhe deu um filho. Mas isto que Davi fez desagradou ao Senhor.

Davi “Homem segundo o coração de Deus”, também estava sujeito à tentação, viu a uma mulher bela e sentiu-se atraído por sua beldade e em seu coração gerou um plano para possuir aquela mulher, porém era ela mulher casada e de acordo com o texto lemos que aquela atitude desagradou a Deus.

Onde somos tentados? Em nossa fraqueza.

Somos atacados no momento de fraqueza, debilidade. Quando parece que não conseguiremos passar por determinada situação, ele vem com sua sedutora proposta tentando nos convencer a fazer “o que é melhor” para nós.

Quem confia não precisa andar provando se Deus é ou não fiel.

Mt 4.

7 Replicou-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus.

Sorrateiramente o diabo põe nos corações: -Como você diz que não é bom se você nunca provou? Atiçar a curiosidade é uma de suas armas.

Devemos evitar a tentação. De que maneira?

Primeiro procurando não imitar aos maus e seus caminhos.

Pv4.14 Não entres na vereda dos ímpios, nem andes pelo caminho dos maus.15 Evita-o, não passes por ele; desvia-te dele e passa de largo.

Se eu sei que certa situação me induz ao erro eu devo procurar manter distância da mesma, em caso contrário poderei cair, não aguentar.

1Co 10.13 Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o meio de saída, para que a possais suportar.

Há sempre um escape, mas devo estar consciente que posso cair como também suportar.

Ter sempre em mente que a natureza humana não está livre de pecar.

Em muitos casos, o que se deve fazer é realmente fugir. Principalmente se tenho consciência de que conseguirei me aguentar sem cair em pecado.

1Co6.18 Fugi da prostituição. Qualquer outro pecado que o homem comete, é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo.

Também em 1Co10.14; 1Tm 6.9-11 e 2Tm 2.22, orienta nos a fugir.

A resistência é necessária. Em todo o texto sobre a tentação de Jesus, Ele nos ensina como resistir. A resistência começa quando lavamos nossa alma com a palavra de Deus e a pomos em prática.

Tg4.7 Sujeitai-vos, pois, a Deus; mas resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós.

Sujeitar, ser submisso a Deus. Que maravilha, quando resistimos o diabo foge de nós. Pois, resistimos dentro da palavra e contra a verdade não há prisões nem cadeias que resistam.

Lembremos que as tentações não ultrapassam nossa capacidade de superá-las.

Mas contudo, se resistir, fugi e mesmo assim fui vencido pela tentação?

Vem aquela sensação de derrota, impotência.

1Jo2.1 Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; mas, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.

Temos aqui o remédio. No texto que antecede este versículo vemos que se confessarmos os pecados Ele é fiel e justo para nos perdoar. Não é que isto me dê permissão para pecar indiscriminadamente, pois, quem vive pecando ainda não nasceu de novo. Então devo confessar meus pecados e deixá-los. Isso é, abrir meu coração para deus e dizer a verdade. Se gosto do pecado que pratico devo dizer isso em minha confissão e não ficar “enganando” a mim mesmo, se gosto de adulterar, ou seja, isso me traz prazer, tenho que dizer isso para Deus, mas ter consciência de que isso me custará caro e ter coragem de pedir para Deus transformar o coração e tirar toda vontade de pecar.

O pecado, a tentação continuará dominando a mente e a vida de alguém até que este alguém reconheça sua fraqueza e busque em Deus verdadeiramente com o propósito de mudar.

Deus o abençoe.




domingo, 18 de março de 2012

Coisas de menino e coisas de adulto.

Cheguei ao mundo em 1965. Tive uma boa infância. Cresci na região oeste da cidade de São Paulo, rodeado de atenção por ser o primeiro homenzinho da casa. Em 1979 já estava disposto a trabalhar. Era uma espécie de honra para mim. Meu pai e minha mãe não pediram e nem me impediram - só impuseram não abandonar os estudos Nada forçado, aconteceu de maneira espontânea, eu quis e fui atrás do pão de cada dia. Era um prazer sair de casa de manhã e só voltar por volta das 23 horas, da escola, e no final do mês pegar meu humilde salário e tirar um pouco para comprar uma peça de roupa da moda, ou disco de vinil, e o restante entregar nas mãos da minha mãe. Fazia tudo isso de coração aberto, me sentia tranquilo e feliz vivendo assim.

Deus não rouba a infância de ninguém. Ele quer que vivamos a vida de maneira intensa e responsavelmente. Todas as faixas etárias: a infância, a juventude, a adolescência e a fase adulta. Sobre a juventude, está escrito:

"Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que por todas estas coisas te trará Deus a juízo. Afasta, pois, a ira do teu coração, e remove da tua carne o mal, porque a adolescência e a juventude são vaidade" - Eclesiastes 11.9-10.

O trabalho sempre foi sinônimo de bênção para mim. Conheci aquela que veio a ser a minha companheira de vida trabalhando. Tirei férias do trabalho com carteira assinada, e não queria ficar parado. Então perguntei ao meu pai se sabia de algum lugar em que pudesse fazer um "bico" (trabalho avulso). Ele procurou e encontrou uma igreja em reforma e conversou com o encarregado sobre meu interesse. Compareci. E quem aparece durante o primeiro dia de expediente? A minha atual esposa e o irmão dela. Nem conversamos na ocasião. Eu não estava firme na fé. Ao vê-la, senti que ela era diferente das outras garotas que convivia em salões de discotecas. Ela possuía alegria e aura diferentes, hoje sei que se trata da comunhão com o Espírito. O tempo passou, depois que me firmei em Cristo, orei a Deus: "Senhor, sabe que eu gosto de mulheres, e que não quero pecar neste 'departamento', então, peço alguém que me complemente, alguém assim, e assim, e assim" (características de caráter, de personalidade e físicas). Logo após essa oração, me lembrei da vez em que vi minha atual esposa e do impacto diferente que senti com a presença dela. Perguntei sobre ela para uma de minhas irmãs, quis saber se ela era ou não comprometida. Não era, e me aproximei, mesmo com algumas pessoas querendo me aproximar de outras jovens da igreja. Não demorei a pedir permissão de namoro aos pais dela. Foram três anos entre namoro e matrimônio. Agora, são 27 anos de casamento, a ser completados em Dezembro de 2012, e dessa união temos uma prole com duas bênçãos.

Bem, tudo isso aí, nos parágrafos anteriores, é um prólogo para eu falar sobre o trabalho que fazemos para Deus. Estamos trabalhando para o Senhor? A tarefa já está designada claramente:

"Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo" - Mateus 28.19.

"Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura" - Marcos 16.15.

"Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério" - 2 Timóteo 4.5.

Pode ser considerado comum, mas jamais será normal, se saudáveis, encontrar pessoas adultas dependentes de outras pessoas adultas na questão financeira. É claro que existe aquela fase escolar, quando existe o acordo mútuo de financiar estudos, mas é fase, não é o plano de uma vida inteira. Filhos adultos dependendo de seus pais aos 40? Causa estranhamento.

Este tipo de situação ocorre na vida espiritual também. A pessoa aceita a Cristo, mas não sai da fase infantil. É dependente do leite maternal por um tempo maior que o de praxe, não desenvolve, não gera outra almas, não traz pessoas aos pés de Jesus. E pior: causa tropeços no seio da igreja, fazendo com que aqueles que caminham bem tropecem na fé.

É preciso produzir, ser útil. O tempo das fraldas e das mamadeiras com leite quente passa. Crescemos e devemos assumir a condição de maturidade espiritual. Jesus não força você a trabalhar, mas ele quer que seja um trabalhador dentro da Obra de Deus.

Alguns casais se casam e não geram crianças. Na vida espiritual também. Gerar filhos espirituais é sinal de vida com sabedoria: "Quem ganha almas sábio é" - Provérbios 11.30. Quando me converti, este versiculo de Provérbios parecia gritar dentro de mim. Passei a evangelizar as amizades que tinha, meu grupo de amizades era bastante grande. Todos foram ao templo comigo, alguns se converteram. E falei de Jesus para colegas de serviço também. Em todas as empresas que trabalhei, no mínimo uma pessoa se converteu.

Você já falou sobre Jesus para alguém, hoje? E na semana passada? A faculdade, a fila do banco, a espera do voo, o ambiente de almoço no horário do serviço. Todos esses lugares são ocasiões ótimas onde Deus lhe envia para evangelizar. Cabe a você aceitar e fazer o papel de um bom evangelista. Ore a Deus e peça-lhe que dê as condições para corresponder corretamente às necessidades de falar de Jesus.

Muitos anos atrás, quando ainda não havia Internet no Brasil, não sei explicar como, veio ao meu endereço um monte de avisos de carta registrada, aquele papel em que o destinário assina que recebeu a correspondência e a obrigação do carteiro é fazer voltar para as mãos do remetente. Pensei: "olha Deus me oferecendo a oportunidade de evangelizar!" Eram quase dois mil endereços! Eu entreguei os papéis aos Correios, mas antes também tratei de escrever cartas e mandar para todos os nomes daquelas pessoas. Pude anunciar Jesus por cartas antes de me tornar Blogueiro Cristão.

Ser evangelista é um trabalho importante, espiritual, mas podemos comparar com atividades dessa vida. Como no trabalho secular, você começa sem prática e praticando ganha desenvoltura, com potencial para ser promovido. Também, é como malhar na academia, no começo, quinze quilos pesam, depois parecem bem leves e passamos a levantar trinta e assim para mais e mais. E os músculos se tornam rígidos e maiores.

Deus não violentará a sua personalidade para que evangelize. Do jeitinho que você é, falante ou não, expansivo ou retraído, tenha a certeza que poderá exercer muito bem a função de evangelista. Ele criou você como uma pessoa perfeita, e o Espírito o dirige para os lugares em que poderá trabalhar para Jesus ganhando almas.

Importante: para você ter o conteúdo ideal para entregar a Palavra de Deus, é necessário apropriar-se dela. Como? Lendo-a, estudando-a, praticando-a. Seja um leitor assíduo do Novo Testamento e passe a falar sobre o que ler. Coloque as Escrituras Sagradas dentro do seu coração. No momento necessário, ela sairá pela sua boca, ou por meio de escrita, sem nenhuma dificuldade, e servirá naturalmente como ferramenta eficaz ao evangelismo que produz resultados agradáveis ao nosso Pai Celestial.

"O que ama a pureza de coração, e é amável de lábios, será amigo do rei" - Provérbios 22.11.


E.A.G.(Eliseu Antonio Gomes; UBE Blogs - União de Blogueiros Evangélicos)

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Vencer a cobiça.



1Jo.15 Não ameis o mundo, nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.

16 Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não vem do Pai, mas sim do mundo.

O mundo “Kosmos”, é o sistema que é contrário a Deus, suas práticas, comportamentos, estilo de vida e a cultura secular. O homem de Deus pede para que não se ame ao mundo, nem o que ele tem a oferecer. Aparentemente as coisas do mundo não ofendem ou contrariam ao Deus eterno, as músicas, os programas de tv e outros componentes desta sociedade.

Quem está por trás deste mundo?

1Jo 5.

19 Sabemos que somos de Deus, e que o mundo inteiro jaz no Maligno.

É isso mesmo, o mundo inteiro jaz no maligno. É guiado pelo pecado, desde a queda de Adão e Eva, o pecado e satanás governam. Satanás está por trás dos pensamentos apresentados nas novelas, filmes, programas, jornais enfim tudo na cultura sofre influência maligna.

Lá no versículo 15 do texto acima, nos é orientado a não amar o mundo e suas coisas, pois, este sistema é para os que rejeitam a fé em Cristo.

Quando no mundo, as mentes são levadas à concupiscência, o desejo continuo de fazer aquilo que contradiz a vontade de Deus, contraria a ordem e moralidade.

Uma das concupiscências citadas é a da carne. Qualquer desejo de alimentar a natureza da carne, a imoralidade, embriaguez, glutonaria, ou seja, entregar-se aos prazeres da carne de modo inconsequente.

Quando começamos a dar espaço a esses desejos eles começam a ter o domínio sobre a vida e vontade da pessoa.

Rm

8 e os que estão na carne não podem agradar a Deus.

É isso, como agradar a Deus se a alma está cheia de pecado, desejos de impureza, avareza, orgulho? Não se pode servir a dois senhores, pois, ou se agrada a um desagradando ao outro, ou não se agrada a nenhum dos dois.

Rm

14 Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo; e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências.

Precisamos nos revestir de Cristo ter a mente de Cristo, conhecer sua vontade, andar em seus caminhos não dando espaço aos desejos de impureza.

E a concupiscência dos olhos? Essa é complicada, ver o amigo subir de vida, comprar seu veículo ou carro do ano e não querer o mesmo é “tentador”. Não é errado possuir os bens necessários ao seu bem estar. Uma boa casa, um bom veículo, bons aparelhos eletroeletrônicos são necessários, porém, o que não faz bem é desejar desenfreadamente a aquisição de bens materiais, procurar desfrutar do material e nada mais, acumular bens em obediência ao consumismo que a mídia diariamente vem nos atacar, influenciando a comprar, comprar.

1Tm

7 Porque nada trouxe para este mundo, e nada podemos daqui levar;

Você tem essa consciência? Nada vais levar.

Lc9.25 Pois, que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, e perder-se, ou prejudicar-se a si mesmo?

Não posso deixar de escrever também sobre a soberba.

O desejo de querer estar acima de todos. Orgulho. Egoísmo.

Visar somente a si mesmo, se autopromover. Se mostrar. Existem pessoas que só fazem algo se for para se promover, não é verdade? São reis de sí próprios.

Qual o conselho de Jesus?

Mt

3 Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.

Humildade de espirito.

Há uma guerra, uma luta da carne contra o espírito. O pecado é gerado na cobiça.

Tg1.14 Cada um, porém, é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência;

15 então a concupiscência, havendo concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.

Primeiro vem o pensar, querer, cobiçar.

Pv1.

19 Tais são as veredas de todo aquele que se entrega à cobiça; ela tira a vida dos que a possuem.

O que acontece com aqueles que se entregam à cobiça? Sua veredas, seus caminhos tiram a vida daqueles que adentram por esses caminhos. Quem vive na cobiça, passa a não ter vida própria, tornam-se escravos de seus pensamentos e práticas.

Devemos guardar nossos corações. Pv4. 23 Guarda com toda a diligência o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.

É do coração que o bom tira suas ações e também o perverso trama sua perversidade. Do bom tesouro do coração, ou do mal tesouro fala os teus lábios.

Mt12. 35 O homem bom, do seu bom tesouro tira coisas boas, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más.

Se a pessoa valoriza a cobiça no seu coração começa a tomar atitudes que desagradam a Deus.

O que fazer então?

Encher o coração da palavra de Deus.

Sl 119. 11 Escondi a tua palavra no meu coração, para não pecar contra ti.

Mas, não basta apenas conhecer a bíblia. Orar. Jejuar.

É preciso aniquilar a raiz do mal, a fonte de alimentação da cobiça.

Cl3. 5 Exterminai, pois, as vossas inclinações carnais; a prostituição, a impureza, a paixão, a vil concupiscência, e a avareza, que é idolatria;

Veja o exemplo de Jesus na tentação do deserto, Ele venceu as tentações, pois tinha enraizado em seu espírito o propósito de servir ao Pai.

O segredo é ser pobre. Sim pobre de espírito. É reconhecer que você é insuficiente, dependente do poder e favor de Deus.

sábado, 24 de dezembro de 2011

ENTÃO É NATAL?


O mundo cristão nesta data se prepara para realizar jantares especiais e trocas de presentes entre familiares e amigos, numa nostalgia só, pessoas se cumprimentam nas ruas e praças. Mas o verdadeiro sentido da data tem-se deixado esquecer. Vamos lembrar um pouco de história.
Quando o anjo Gabriel apareceu a Maria para anunciar o nascimento de Jesus era o sexto mês, mas este não era o sexto mês do calendário hebraico, nem do romano e nem do atual, mas era o sexto mês da gravidez de Isabel.
A partir deste acontecimento pode-se concluir o mês aproximado em que Jesus nasceu. O ano sagrado judaico tinha 24 turnos sacerdotais e o calendário hebraico é dividido em 12 meses, havia dois turnos por mês.
O primeiro turno começava na primeira metade do primeiro mês hebraico. Zacarias era sacerdote do turno de Abias, oitavo turno e quarto mês do ano. Foi aí que o anjo anunciou a gravidez de Isabel, portanto, João Batista foi concebido no mês Tamuz e Jesus seis meses depois em Tabete. Se Jesus nasceu nove meses após no mês de Etanim ou Tisri ( setembro ou outubro).
Quem estabeleceu esta data foi Constantino, que havia agregado várias tradições pagãs à igreja da época. Em Roma o dia 24 de dezembro é o menor dia do ano. E o dia 25 é o dia em que o sol começa a crescer, e era considerado pelos pagãos o dia do nascimento do deus sol. A primeira comemoração do natal nesta data foi em 325D.C.
Para o sistema mundano o que se celebra nesta data é exatamente a crendice, tradições comerciais e o próprio deus sol.
Nós os Cristãos não usamos desta data da mesma forma que o mundo o faz no “Espírito do Natal”, Jesus é o Sol da manhã, Ele é o Deus que se fez carne e habitou entre nós e merece ser lembrado não somente nesta data, Ele é o sol da justiça, a estrela da manhã e qualquer associação que se tenha feito lá na Roma antiga por constantino com o deus sol deve ser quebrada por meio de ações de graças ao Pai pela vida do filho, o seu nascimento e entrega por nós.
Não é o menino Jesus que deve ser lembrado e sim o Cristo, ungido de Deus, Messias. Ele foi ungido como profeta, para nos trazer o conhecimento da verdade. Ele foi ungido como sacerdote, oferecendo o supremo sacrifício expiatório por nossas culpas e Cristo também foi ungido como rei, para governar, guiar e estabelecer o reino da justiça.

domingo, 18 de dezembro de 2011

O que nos sustenta?


1Co15.58 Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.
O que sustenta uma casa, um templo? Todo prédio seguro é sustentado por um esqueleto de concreto e ferro, e o mesmo deve estar em solo firme. Somos templo em construção, além de procurar edificar-nos sobre bom solo é necessário estarmos atentos ao material utilizado por nós nesta construção.
2Tm2. 19 Todavia o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os seus, e: Aparte-se da injustiça todo aquele que profere o nome do Senhor.
Um solo longe da lama da iniquidade. O relacionamento íntimo, garantido, com nosso Pai no céu deve motivar-nos a uma vida inteira de pureza. Ainda que alguns se desviem da verdade, o propósito de deus para seus seguidores fiéis não será frustrado.
Devemos nos edificar na fé. HEBREUS 11
1 Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.

Fundamento, “essência”, realidade. Trata as coisas que se espera como se já fossem. Prova “convicção” que o que é invisível é real .
Rm 1. 17 Porque no evangelho é revelada, de fé em fé, a justiça de Deus, como está escrito: Mas o justo viverá da fé.
Fé do começo ao fim. Construir sob a fé em Cristo e o Pai, haveremos de nos solidificar na firmeza que a fé proporciona.
Quem tem fé supera todos os momentos difíceis. Jamais perde o ânimo, nunca se desesperará. Ser crente cristão não indica que você estará livres de qualquer situação crítica que a vida te traga e sim te conduzir seguro através do vale da sombra de forma segura e confiantemente chegar aos pastos verdejantes.
A fé vem pelo ouvir, a palavra de Deus. E não podemos edificar( modelar) nosso novo caráter senão baseado na palavra de Deus. Para não entrar em contradição e heresias é preciso ser guiado pela bíblia sagrada.
2Tm3. 16 Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça;
Rm15. 4 Porquanto, tudo que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que, pela constância e pela consolação provenientes das Escrituras, tenhamos esperança.
Orar, orar. 1Ts5.17 Orai sem cessar.
É outra base da edificação da vida cristã. Ser consistente, insistente na oração.
As colunas estão ligadas por vigas, tornando a construção resistente. É a comunhão, que nestes tempos loucos tem-se perdido. Refiro-me a comunhão estre irmãos, as placas de igrejas tem tomado o espaço da comunhão. A aproximação com o teu irmão sem qualquer interesse de tirar proveito, associar-se a ele, amizade sincera, participação nos seus sentimentos, nas suas experiências e vivências. O que temos visto são pessoas que se aproximam da igreja com o simples objetivo de terem suas bênçãos, pouco se importando com a comunhão. E é interessante que se diz amar a Deus quando nem ao próprio irmão se tem afeto. Mas essa comunhão também é com relação a Cristo1Co1.9 Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor. Que também proporciona a comunhão com o Espírito Fp2. 1 Portanto, se há alguma exortação em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão do Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões,
1Jo1.3 sim, o que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que vós também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo.
Procure viver em fé, baseado na palavra, em oração e comunhão. Que Deus o abençoe.

domingo, 27 de novembro de 2011

As muitas decepções.

Há muitas igrejas e evangelhos em nossos dias, a maioria prega um evangelho diferente daquele que os apóstolos pregavam, um verdadeiro enfeite teológico. “Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não segundo Cristo.” Colossenses 2.8

O que temos presenciado é diferente? A tradição e modismos que são acoplados ao evangelho estão distraindo as pessoas da salvação em Cristo, a busca apenas pela benção e não pelo abençoador tem-se agravado. Pastores enganadores, que em sua corrupção fraudam aos que em desespero o buscam na expectativa de terem suas vidas mudadas, caídas no “espírito”, sopros e mais um tanto de modismos estão tomando conta de igrejas e sabe o que é pior? Muitos abandonam essas igrejas por não terem suas expectativas correspondidas segundo sua vontade e querer.

Quero aqui, escrever sobre duas razões que levam muitos a se decepcionarem com a igreja.

A primeira é a imperfeição da igreja. Jamais considere os cristãos bons e perfeitos como Jesus. Há muitos que olham para pastores e líderes tendo-os como incapazes de erros esquecendo que os mesmos são pecadores e sujeitos a falhas e quedas. Compreenda que a igreja é uma instituição composta de pessoas. E os seres humanos são falíveis. Podemos compará-las a um hospital. Cada paciente está sendo tratado de uma doença diferente. Todos os enfermos procuram a cura. Jesus disse “Os sãos não necessitam de médicos, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim os pecadores ao arrependimento” Marcos 2.17

A igreja foi instituída por Cristo. Ela é lugar de tratamento, cura, transformação e adoradores.

O que ocorre são declarações preciptadas de pregadores no intuito de arrebatar o maior número de pessoas ao seu ministério, aqui está um segundo motivo: Os problemas não solucionados.

É para meditar no tipo de evangelho as igrejas tem pregado. É um evangelho onde o que interessa é a prosperidade, a cura, a conquista de bens corruptíveis. E a conversão, salvação? O novo nascimento, salvação em Cristo tem sido esquecida nos púlpitos.

São objetivos distantes, como exemplo Judas Escariotes, que tinha como objetivo a libertação física de Israel. Mas quando percebeu o real propósito de Cristo ficou decepcionado e traiu. Jesus veio para nos trazer libertação da alma e espirito. Devemos estar cientes do motivo pelo qual estamos na igreja. São apenas interesses circunstanciais ou espirituais e é bom lembrar que quando se busca o reino de Deus em primeiro, as demais coisas nos serão acrescentados, é uma consequência.

Na realidade não vemos como a águia que tem um alcance longo em relação a seu voo e visão. Temos o defeito de ver o aqui e agora e não ter a paciência de esperar em Deus que conhece os nossos planos e projetos e sabe o que é melhor para nós no futuro.

Se você está na igreja com o propósito de servir e viver em Cristo, aconteça o que acontecer o Senhor é fiel e Ele fará contigo o que é melhor para você. Mantenha-se na fé.